quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Transferido Encontro Estadual da Juventude da UNEGRO/SC
A nova data do evento será confirmada após a conclusão do planejamento do cronograma das palestras.
Senado debate Estatuto da Igualdade Racial amanhã
O projeto, apresentado em 2003, de autoria do Deputado Paulo Paim, foi aprovado pela Câmara dos Deputados em novembro de 2005. Antes de chegar ao Senado, para ser votado em Plenário, o texto sofreu algumas alterações.
O debate será composto por 13 convidados:
- o Ministro da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), Edson Santos;
- os deputados federais Antônio Roberto (PV-MG, relator da matéria na Câmara) e Onyx Lorenzoni (DEM-RS);
- o procurador do Estado do Rio de Janeiro e professor da PUC-RJ, Augusto Werneck;
- a professora do Departamento de Antropologia Cultura da UFRJ, Yvonne Maggie;
- o cientista político Bolívar Lamounier;
- o doutor em Geografia Humana Demétrio Magnoli;
- o advogado José Roberto Ferreira Militão;
- o representante da Rede de Pré-Vestibulares Comunitários e Educação para Afrodescendentes e Carentes (Educafro), frei David Santos;
- o conselheiro da mantenedora Saecith (vinculada à Educafro), William Douglas;
- o coordenador do Movimento Negro Socialista, José Carlos Miranda;
- a ativista de Direitos Humanos e Igualdade, Étnica Deise Benedito;
- a representante do Fórum da Educação Indígena, Rosani Fernandes Kaingang.
Fonte: Agência Senado
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
"Eu tenho um sonho"
"Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje! " Essas foram algumas das palapras citadas por Martin Luther King, um dos principais líderes do movimento americano pelos direitos civis e defensor da resistência não violenta contra a opressão racial, no dia 28 de agosto de 1963.domingo, 22 de novembro de 2009
Consciência e Igualdade Racial
Rendimento mensal médio dos ocupados por cor
Negros: R$ 805
Não-negros: R$ 1320
Rendimento mensal médio dos assalariados por cor
Negros: R$ 913
Não-negros: R$ 1387
Taxa de desemprego por cor (período 2004-2007)
Negros: 18,55 %
Não negros: 13,85%
- Desigualdade entre raças diminui gradualmente, aponta Dieese : Redução da desigualdade entre negros e não negros no mercado de trabalho é representativa de um futuro com mais igualdade, apontou estudo do órgão
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A educação é um direito de todos (Aluno da Escola Básica Municipal João Alfredo Rohr, no Córrego Grande, Florianópolis)
Foto: Flora Neves
Portanto, para quem ainda acha, ou simplismente ignora, não encherga, o preconceito racial no Brasil, vale apena refletir e participar dessa discussão, com objetivo de que essa desigualdade desapareça, diante de uma RAÇA BRASILEIRA, cheia de cores, tons, sabores, culturas e alegrias! VIVA A IGUALDADE
sábado, 21 de novembro de 2009
Joinville tem maior população negra de SC
Mais informações no site
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Nosso herói Zumbi
O que se diz dos negros é só sobre o período escravista, e dão mérito à Princesa Isabel, mas para ela abolir a escravidão foram feitas muitas leis, para que quando chegasse a abolição, os negros não tivessem direito de pedir ou exigir nada.
Então, que abolição foi essa que não deu garantia de terra, de alimentação, de emprego, de escola? Os jovens negros foram freqüentar a aula mesmo, a partir da década de 70, quando a escola foi democratizada para todos. Por isso que no dia 20 de novembro, comemoramos o Dia da Consciência Negra, em homenagem ao nosso herói Zumbi.
O Dia da Consciência Negra, não deve ser lembrando somente neste dia 20, mas nos 365 dias do ano, por que ele é o marco da representatividade dos negros. Pelo menos neste dia as escolas, as pessoas, param para discutir, refletir sobre o Dia da Consciência Negra e a contribuição que nossos antepassados deram para este país.
Portanto, para nós da UNEGRO, o Dia da Consciência Negra é uma vitória do Movimento Negro. E outras ações como a Lei 10.639, que implementou a história da África no currículo escolar contribui ainda mais para a visibilidade dos negros. Com isso, trouxe outros aspectos, outras pessoas que tiveram papel importante na formação do povo brasileiro, que a gente não sabia, por que sempre foi colocado para nós toda uma cultura européia, que não faz parte da nossa formação, mas aquilo que tem a ver com a nossa história, com a nossa cultura, sempre foi nos negado.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Bonecas Abayomis: Forte representante da cultura afrobrasileira



As abayomis são bonecas de pano negras, feitas com sobras de tecido, amarrados um no outro, sem a utilização de costuras e com o mínimo de ferramentas. Elas são fabricadas com inspiração em personagens da mitologia, do folclore, como por exemplo, os reis magos, os orixás, as fadas, entre outros.
Foi tentando fortalecer a autoestima e o reconhecimento da identidade afrobrasileira que surgiram as abayomis. Elas são muito usadas como colar, representando um amuleto de proteção espiritual.
As bonecas abayomis foram criadas pela educadora popular e militante do Movimento de Mulheres Negras, Lena Martins. A artesã, de São Luiz do Maranhão, buscava um instrumento de conscientização e sociabilização da cultura negra. Assim como Lena, outras mulheres se interessaram pela causa e, em 1988, no Rio de Janeiro, fundaram a Cooperativa Abayomi.
A palavra abayomi é de origem oiruba e pode ser traduzida como “meu presente” ou “aquela que traz minhas qualidades”. O nome é muito usado na África do Sul.
Curiosidades:
Na viagem para o Brasil as escravas negras rasgavam as barras das saias para fazer bonecas abayomi para as crianças brincarem. Já aqui no Brasil as escravas se reuniam todos os dias na senzala para confeccionar as abayomis pedindo saúde e prosperidade.
